Como a professora falou um pouco da história da internet e as interfaces que surgiram depois, me lembrei desse vídeo muito engraçado. A velha e atual batalha entre a impressionante Apple e a poderosa Microsoft! Vejam e riam!
O ensino do jornalismo na contramão da evolução da comunicação
Carlos Castilho - Observatório da Imprensa 09.02.2007
Esta semana eu fiz uma exposição sobre a Web para professores de uma faculdade de jornalismo e no final um dos participantes saiu-se com uma observação surpreendente: "Poxa, nós estamos indo na contramão deste processo".
O desabafo é um reflexo da confusão que toma conta de muitos professores de jornalismo a partir do momento em que entram em contato mais direto e amplo com as mudanças de valores, rotinas e percepções que a internet está provocando no dia a dia da imprensa.
A ficha caiu apenas para um reduzido número de professores que já se deram conta que o jornalismo é, entre todas as áreas da comunicação, a que foi mais afetada pela avalancha de inovações tecnológicas e de informação, nos últimos 15 anos.
A grande maioria de nossas faculdades ainda encara a Web como uma espécie de moda passageira, quase um brinquedo sofisticado, e não como uma ferramenta de ampliação dos fluxos de informação. Ainda estão deslumbradas pelas novidades tecnológicas sem levar em conta que elas estão mudando radicalmente o ambiente de trabalho, as rotinas e normas da atividade jornalística.
É fácil perceber um nítido desconforto de muitos professores quando constatam que é cada vez maior o número de alunos que tem mais intimidade com a internet do que os responsáveis pela disciplina. Isto aumenta a distância entre alunos e professores, diminuindo enormemente a eficiência do ensino.
Há faculdades que ainda ensinam diagramação de jornais usando papel reticulado quando quase todos os jornais já usam programas como o PageMaker. Nota-se claramente que permanece forte entre os professores o apego à rotinas e processos tradicionais no jornalismo impresso.
Há muitas dúvidas sobre o ensino do jornalismo online. Será que as faculdades devem ensinar os alunos a usar softwares de edição, publicação e interatividade? Ou será que devem concentrar-se em questões teóricas sobre a comunicação na Web? O jornalismo online é uma disciplina isolada ou deve ser incorporado às demais? Qual o melhor estilo de aula para jornalismo online: aulas expositivas ou em laboratório? Qual o grau de liberdade que deve ser dado aos alunos no uso da Web em sala de aula?
Tudo indica que está se aproximando rapidamente o momento em que as escolas de jornalismo terão que rever seus métodos, disciplinas e ementas (conteúdo das aulas) para não correr o risco de formar profissionais para o desemprego.
Mas não é só isto que está em jogo. A universidade tem uma função experimental insubstituível na questão da comunicação online porque, nas atuais circunstâncias do país, é a única instituição capaz de pesquisar a interface humana e social das inovações tecnológicas, especialmente na área da informação.
Algumas poucas faculdades já se deram conta da mudança e estão adaptando a sua grade curricular aos novos tempos. Mas na maioria dos casos a atualização está emperrada porque o ritmo das mudanças é muito mais rápido que os processos burocráticos da academia.
-> Texto de Carlos Castilho publicado no site do Observatório do Direito à Comunicação. Quis repassar esse texto aos colegas de turma, porque ele trata de um assunto que tem a ver muito com nossa matéria "Comunicação Digital" e cada um pode demonstrar sua opinião sobre o texto.
A Mônica lembrou dessa reportagem também da revista Veja (rsrs) que fala sobre mapas da web, algo ligado ao que a professora disse na sala. Revista Veja, edição especial Tecnologia
“A informação não gira assim do mesmo jeito que..., pelo menos naperiferia, ela não gira como na elite. Na elite, o pessoal vai atrás dainformação e consegue fácil, muitas vezes a informação vem até eles, nemprecisam ir atrás. Quando a informação vai até eles, geralmente eles pagamassim para a informação vir. Agora, aqui, nós já não temos como pagar e,quer dizer, a gente fica atrasado no tempo...” (L. S. M., usuário doTelecentro Cidade Tiradentes, em São Paulo).
Pra mim é o que acontece na inclusão digital do jornalista, “nós” ainda não estamos totalmente inseridos nela, ela ainda não chega da mesma forma á todos. De alguma forma como ele diz, se o cara tem dinheiro à informação vai até ele, caso contrário ele não tem acesso á mesma! Mas esse é um processo ao qual será revertido logo, espero, pois com a inclusão digital da sociedade o jornalista terá mais possibilidades de informar e ser correspondido pelos seus espectadores. O senso critico da sociedade talvez aumente, e ai sim teremos uma inclusão por completo.
Olha, não gosto de trance nem dessas músicas eletrônicas, mais acho que ta valendo aí pra uma descontraçãozinha
;D
X-dream - We Interface X-dream
Monitoring devices, know where you go
Mass media, total control
Digital delight, desire in megabite
Data overflow, virtual suicide
This information, is disinformation
Truth is hidden, knowledge forbidden
The structures of power, will delegate
To speak is to lie, to lie is to collaborate
Information streams, simulating dreams
Interactive mind-control, systematic overflow
Monitoring devices, know where you go
Public mind, propaganda show
Magnetic sleep, network addiction
Be absorbed, science fiction
It's pyschological, diabolical
Societies brainwash, hospital
The sun never sets, on cyber-space
Transmit, receive, log on to interface
Sempre foi muito importante o jornalista estar atualizado sobre uma grande variedade de temas tendo uma profunda intimidade com os canais que ele se utiliza para transmitir qualquer informação. O mercado de trabalho se torna cada vez mais concorrido e quem se destaca mais são os comunicadores incluídos digitalmente. Mas fazer parte dessa inclusão não significa somente ter bons instrumentos de trabalho, é preciso saber utilizá-los capacidade e ética.
Uma matéria da revista Veja sobre avatares (personagens criados por pessoas reais para entrar no mundo virtual) abriu a aula, mostrando que as projeções dos usuários podem trazer pontos positivos, quando por exemplo a aparência física não é relevante e sim o que se pensa, mas também traz pontos negativos como uma auto-exclusão social na vida real.
Os slides mostrando as ferramentas profissionais e instrumentos materiais usados pelos jornalistas, foi muito interessante e empolgante. Os novos meios para o jornalismo, como os jornais on-line, ou mesmo os blogs como este especificidade e profundidade nos assuntos desejados. Tudo isso contrastado com o jornal prensado de antigamente. Os computadores domésticos tomaram proporções inimagináveis por muitos em épocas não muito distantes.
Tarefa: Texto no moodle – "Inclusão digital e sociedade da informação" citando os aspectos positivos e negativos e destacar trechos.
A inclusão digital no jornalismo é muito importante vendo a importância que os fatos tem em serem transmitidos em momentos, de vez em quando, reais levando-se em conta a magnitude do fato o qual esta sendo presenciado. Hoje em dia vemos uma aparelhagem quase espiã para que tenha total sucesso em coletar informações. Temos também quase um jogo sendo feito onde os jornalistas são vistos como espiões, infiltrando e tomando conta de colher toda informação importante e interessante para total averiguação. O maior exemplo disso foi o email que hoje usamos com total autonomia nem sabemos a praticidade que ele proporciono.
Hoje,é muito importante a inclusão digital de qualquer pessoa principalmente, se essa quiser ser jornalista. Mais essencial, ainda, é a inclusão deste nos blog's. Ter um blog é a febre entre jornalistas. Já, dá até pra imaginar porquê. Com o blog, esse profissional, trabalha, molda e publica suas notícias, nas quais ele dá a possibilidade de que pessoas vejam, analisem e critiquem o seu trabalho. Sem contar que, ainda, dá para treinar a escrita. fazendo com que esta se torne, cada vez, melhor. Ao postar uma notícia, o jornalista deverá usar uma ferramenta, que parece estar desaparecendo, a ética. A ética é uma técnica, que mostra uma pessoa como um profissional perfeito, fazendo com que essa tenha uma relação cordial com qualquer pessoa e capaz de tratar de quaquer assunto, sem ferir ninguém. Com tudo, não posso deixar de citar que, com a internet há uma facilidade de informação. Fazendo com que haja um processo, simultâneo, de inter-comunicação mundial.
A internet é um meio de comunicação de duas faces. Pode servir, ao mesmo tempo, como instrumento simples de divulgação de notícias, como também de pesquisa, análise e palco para grandes discussões.
Sabemos que a internet modificou e dinamizou muitas redações, abriu um importante mercado de trabalho e que possibilitou maior agilidade na apuração e divulgação de uma matéria. Além disso, ela deu voz a muita gente. Surgiram também blogs e revistas abordando temas não muito presentes na grande mídia.
Por ser rápido e instantâneo, o Jornalismo on-line precisa publicar somente o essencial, o que de fato interessa para o momento, sem se prender a pormenores. Ainda assim, pode ser um espaço de análise profunda e crítica da notícia. É o que mostra muitos jornais, como Folha de São Paulo.
O Jornalismo exige, portanto, muito trabalho de redação, conhecimento das fontes, pesquisa e responsabilidade, e a internet é um dos meios no qual esse trabalho pode ser concretizado.
O jornalismo e a inclusão digital
É fundamental que um jornalista tenha domínio sobre as mídias eletrônicas e esteja atento a todas as notícias que correm o mundo, notícias estas disponíveis instantâneamente pela rede. Um jornalista não incluído, raramente será considerado um profissional qualificado. É preciso a inclusão para que sua informação possa transitar de forma rápida e facilmente exposta. Porém, infelizmente, a grande maioria da população brasileira não possui acesso à esses variados meios tecnológicos, devido às dificuldades financeiras que estes possuem. Os pobres ficam "atrasados no tempo", no entanto ter menos informação não significa valorizar menos a informação. Cada vez mais as pessoas, em especial as pobres, buscam todas as formas de obter informação, pois esta passou a ser sinônimo tanto de sobrevivência quanto de competência. E como constatou nossa colega Taís, "A contínua evolução da inclusão digital ganhará mais força quando houver maior interesse público e menores custos."
Escrito por
Renata MNA
às
22:36:45
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Comentário sobre o jornalista e a inclusão digital
Uma coisa é certa: o jornalista tem que estar incluído. Ele deve, mais do que a população de forma geral, investir e se aprimorar no uso e manuseio das mídias eletrônicas. Como disse o Palácios, as empresas buscam profissionais altamente qualificados neste campo, mais que a média da população. Por quê? Porque assim pode-se escolher e alternar as mídias, para que a informação de fato chegue ao público alvo, a escolha do canal é fundamental para que a mensagem seja de fato compreendida. Nesta esfera, o jornalista deve dominar todos os veículos disponíveis.
Mas quem é jornalista hoje em dia? Qualquer um pode divulgar uma “notinha” no seu blog... O jornalista hoje, mais do que nunca não pode ser um “repassador” de notícias. Como diz o texto de Bia Moraes: “Temos que deixar de ser apenas produtores de notícias e nos prepararmos para ser gestores da informação.”
Tem que associar pesquisa (dados confiáveis), e credibilidade e daí apontar para alvo novo, com base reflexiva, mas não opinativa.
As novas ferramentas disponíveis (arquivos online de jornais e revistas) ajudam no resguardo da matéria antiga e com isso na facilidade de lincagem dos fatos desde sua origem, nos mais diversificados meios e empresas, acessíveis a qualquer um que disponha de internet.O que torna o leitor interessado, também mais informado, portanto cresce a possibilidade de termos um público mais maduro, mais “antenado”. Separar notícia falsa da verdadeira, acho que é o mais árduo. Porque com as facilidades de publicação das "notinhas", qualquer um fala, ou melhor publica o que quer. Mas de repente me lembro de uma notícia que li uma vez:
Esse é o mesmo Orson Welles de “Cidadão Kane”, que a Liliana comentou... É o poder da informação!!! Isso é verdade, de fato ocorreu.
O que quero dizer é que informações falsas também sempre existiram...O difícil é separar o joio do trigo e agora mais ainda, já que ampliaram os meios.
As novas ferramentas tecnológicas, principalmente a internet, alteraram profundamente o modo de fazer jornalismo. As informações passaram a trânsitar muito mais rapidamente, além de serem facilmente expostas. Porém, essas ferramente ainda não são utilizadas em todo sua potencialidade. Ao menos no Brasil, os jornais on-line muitas vezes são apenas transposições dos impressos para a rede. Mesmo assim, a redução de audiência dos canais abertos de televisão e a diminuição da leitura de jornais impressos, fatores que são mais evidentes na proporção em que se amplia o acesso à Internet e serviços de televisão por assinatura, são sinal que as coisas estão mudando. Obviamente, as conseqüências são mais visíveis, atualmente, nos países desenvolvidos, especialmente nos Estados Unidos, mas, o restante do mundo certamente irá enfrentá-las mais cedo ou mais tarde.
Mas um novo problemas surgiu. Como lidar com a informação em um momento que ela se torna cada vez mais disponível, e às vezes, ofertada em excesso? Um problema a mais para os novos profissionais? Talvez por isso, os mídias de informação on-line ou portatil ainda não ocupam um espaço ainda maior.
Agora sobre o assunto avatares, vejam a imagem abaixo. Mostra exatamente o que é.
O campo jornalístico evolui cada vez mais com a velocidade da tecnologia e com a quebra do monopólio de acesso as fontes, traz um jornalismo difuso e um testemunho direto. Com isso, as informações são praticamente instantâneas ,a nível mundial, e vincula a inclusão digital, que quando feita de maneira direta desfaz as desigualdades sociais como também as elevam diminuindo o distanciamento entre ricos e pobres. A potência da mídia tática hoje faz a mudança desses padrões trazendo benefícios aos já envolvidos, aos que têm a oportunidade de serem inseridos ao mundo digitalizado e incluindo cada vez mais quem convive nesse meio e ainda estão afastados . A contínua evolução da inclusão digital ganhará mais força quando houver maior interesse público e menores custos.
Comentário sobre o jornalista e a inclusão digital.
A inclusão digital de um jornalista faz parte da renovação constante que deve ter um profissional desta área, em todos os aspectos.
Usando o termo monomídia que foi associado a Fernando Veríssimo que “...só escreve; não fala, não vai à TV, não tem afinidade com tecnologia...” segundo o texto de Bia Moraes, dificilmente encontraremos velhos ou novos jornalistas que utilizam pouco de meios tecnológicos para sua profissão, para praticidade, maior velocidade que a informação pode ser repassada, a melhora da informação, entre outras coisas.
Mas infelizmente, há também o mal uso que pode ser acoplado a inclusão digital do meio jornalístico. Com a Internet, por exemplo, fica muito mais fácil difundir falsas notícias ou noticias mal feitas que não relatam a informação de forma coerente como realmente deveria. Usando desse mesmo meio a “popularização do jornalista” pode ser crescente , por não exigir quase nada de informação de quem escreve, qualquer um começa dar informações errôneas, sem se preocupar muito com a responsabilidade daquilo que redigiu como deve ser um jornalista profissional.
Há também aspectos bem positivos como destacado no texto, o aumento daqueles que podem chegar a ler uma notícia.
Isso tudo não quer dizer que velhas práticas como ler o jornal que chega todas as manhãs em casa vão se acabar, se pensássemos assim poderíamos dizer que com a evolução tecnológica, as outras invenções desapareceriam, e não foi o caso do rádio e da TV que mesmo tendo possibilidades de acesso no computador, são meios de comunicação muito presentes na sociedade.
Aqui um link que tem um texto legal sobre Jornalismo na Era Digital.
Não retirei o campo de comentários. Deve ser algum bug no uol, ou tirei sem querer alguma tag do template.... Vou verificar o que houve! Os campos de comentário, mais do que interatividade técnica remetem a à promoção do protagonismo do internauta. Viva a interação e a integração, e viva a liberdade de opinião! Enquanto isso vamos usar todas a ferramentas que dispomos para manter esse dialogo hipertextual, seja nos posts nos e-mail ou nos forums do moodle.
Segue uma reportagem da CBC (televisão canadense) do início dos anos 90, mas precisamente em 1993, que hoje tem o valor de um papiro egípcio da História da Internet. São 06:23 minutos de vídeo anunciando, que dentre outras pérolas, mostra a invenção dos emoticons como forma de passar emoções em um meio que era puro texto.
Segundo a reportagem, já existiam 15 milhões de usuários espalhados pelo mundo, mas no Canadá ninguém ainda sabia do que se tratava. Como um comentário, vale lembrar que os canadenses não perderam tempo em tirar o atraso: hoje, segundo o e-Marketer, 88% da população canadense entre 18 e 54 anos têm acesso à Internet.
Alguns estudiosos afirmam que a metade da população mundial estará conectada à Internet até 2015. De acordo com dados fornecidos em março deste ano, a Internet atualmente é usada por 16,9% da população mundial (cerca de 1,1 bilhão de pessoas).
P.S: Liliana, estou sentindo falta do campo para os comentários... o processo de se comentar nos blogs é uma democratização da publicação dos mesmos!