Semana Universitária
Eu participei do POP (Programa de Orientação Proficional) onde apresentavam alguns cursos e laboratórios da Universidade Católica.
Bom pra mim foi tranqüilo, afinal eu conheço os laboratórios do Bloco "M" por fazer as práticas escolares nesse bloco, além de ser muito interesante e engraçado, refletia muito sobre a profissão que escolhi e também via muitos estudantes confusos sobre o que fazer depois que terminasse o ensino médio. Sendo que todos os profissionais apresentavam sua profissão por alto e com certa cautela para, de certa forma, assustar os alunos vi que mesmo com esse cuidado não tinha como não mostrar que, quem quer enfrentar uma vida acadêmica como um universitário terá muitas obrigações, frustrações e seriedade no que estará fazendo.
Minha mensagem a todos que um dia participar do POP da Católica tem que alertar todos os alunos que fazer o curso que você esta se identificando e gostando é o que importa, felicidade em 1° lugar
Participei de uma palestra de Arte, Música e Inovações na Universidade
Primeira coisa que quero ressaltar:
- Não havia quase nenhuma pessoa no auditório na hora da palestra e muito menos alunos vieram na Universidade para participar de eventos abertos ao público ou para as palestras.
A conversa foi a as vários dialétos e formas lingüística no Brasil e como levar ao conhecimento dos alunos que temos uma oficina de música, teatro e coral.
Vimos como a tecnologia esta influenciando positivamente ou negativamente nesse aspecto. Como a sociedade esta lidando com uma geração que está perdendo sua identidade tanto musical quanto cultural. Com base em tudo o que todos os professores apresentaram tive até medo em minha conclusão com o que eu vejo na sociedade e quando eu me coloco na situação de estar incluso nessa pesquisa. Enquanto não soubermos valorizar e demonstrar o que temos de bom em nosso Brasil vemos estar sempre bombardeados por culturas de outros países e com isso perdendo a identidade brasileira.
As artes são de grande valor para o aprendizado e formação pessoal, tivemos algumas dicas e sugestões, poucas mas muito interessantes e gostaria que, caso tenha, alguem com o interesse em teatro, música e coral procure informações e vá a luta vale muito a pena.
Bom tirando os fatos chatos como palestras que foram canceladas e bandas de amigos que não tocaram a Semana Universitária foi muito divertida e de grande aprendizado.
Abraço a todos
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Turma MNA
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Phellipe MNA
às
17:37:47
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Semana Universitária
Eu participei do POP (Programa de Orientação Proficional) onde apresentavam alguns cursos e laboratórios da Universidade Católica. Bom pra mim foi tranqüilo, afinal eu conheço os laboratórios do Bloco "M" por fazer as práticas escolares nesse bloco, além de ser muito interesante e engraçado, refletia muito sobre a profissão que escolhi e também via muitos estudantes confusos sobre o que fazer depois que terminasse o ensino médio. Sendo que todos os profissionais apresentavam sua profissão por alto e com certa cautela para, de certa forma, assustar os alunos vi que mesmo com esse cuidado não tinha como não mostrar que, quem quer enfrentar uma vida acadêmica como um universitário terá muitas obrigações, frustrações e seriedade no que estará fazendo. Minha mensagem a todos que um dia participar do POP da Católica tem que alertar todos os alunos que fazer o curso que você esta se identificando e gostando é o que importa, felicidade em 1° lugar Participei de uma palestra de Arte, Música e Inovações na Universidade Primeira coisa que quero ressaltar: - Não havia quase nenhuma pessoa no auditório na hora da palestra e muito menos alunos continuaram na Universidade para participar de eventos abertos ao público
Escrito por
Phellipe MNA
às
16:48:57
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Semana Universitária
Olá turma, tudo bem?
Eu quero agradecer a presença de quem foi me ver lá no palco na sexta-feira. Muito obrigado Karina, Mônica, etc. E espero que, no próximo ano mais pessoas da nossa turma compareçam, eu ficarei muito feliz. Um forte abraço.
Allyson Xavier
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Turma MNA
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Allyson MNA
às
07:46:23
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Salve, Salve!!!! OLá!!!! Nossa que bom ver o Alisson tocando na Semana Universitária!!!! Parabéns!!!! Temos que marcar um showzinho pra nossa turma! Então não tem aula amanhã???? Abraços,
Karina!
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Karina MNA
às
08:43:35
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PALESTRA: O dragão vermelho, a China hoje

A palestra foi ministrada por dois alunos: Uma estudante do 6° semestre de relações internacionais e o outro cursando publicidade, ambos passaram 1 ano na China e retornaram ao Brasil agora no mês de julho. Toda a apresentação foi baseada com fotos tiradas por eles mesmos e com direito até a comida típica no final! Fui anotando algumas curiosidades desse país pra postar aqui.
Para eles o vermelho e o cinza representam status. Enquanto nós usamos o bastante azul e branco no ano novo, lá é usado o vermelho e o amarelo. Depois do reveillon é de costuma dá-se aos solteiros um envelope vermelho com dinheiro. Só agora foi liberado soltar fogos de artifício, então os chineses tiveram uma semana de 'explosões' sem parar. O país é tão bem estruturado que até as periferias são limpas e arborizadas. E por toda a parte ainda se vê bicicletas. Trabalhar é um exercício árduo e sagrado, afinal eles trabalham de 2ª a 2ª feira. Sendo a moeda local 3x e meia mais desvalorizada que o real. O inglês é menos falado que no Brasil e o governo está investindo em taxistas para que eles possam falar o idioma até as olimpíadas de Pequim. A comida é extremamente apimentada e forte, e a mais famosa de Pequim é o pato. As estações são muito bem definidas. O inverno pode chegar até a -15°C. Na primavera vê-se os chineses de máscaras devido as plumas e as sementes que caem. Os bebês não usam fraldas, porque lá são confeccionadas calças que já são furadas atrás, e ai basta as mães "pressentirem" que eles estão com vontade e elas os levam atrás de um arvore ou algo do tipo! A semelhança é algo relativo, enquanto nos falamos que os orientais são todos iguais fisicamente, eles falam o mesmo de nós orientais. Dizem que nós temos "olhos grandes e cabeças pequenas". A cidade Beidahe tem a 4ª maior torre de TV do mundo, com 400 metros de altura.
Xin xiang shi cheng - provérbio chinês que significa: Quando o coração quer, a coisa acontece.
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Turma MNA
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Lays MNA
às
11:20:44
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Semana Universitária
Essa semana foi meio agitada para mim. Aliás, essa semana universitária veio a calhar...
Mas o que importa foi o que eu fiz no ambiente universitário não é mesmo? Tive a opurtunidade de ir em dois dias de eventos, participei da gincana de Educação Física na terça-feira, e foi bem legal e cansativo para a nossa equipe que era a única de um curso "intruso". Mesmo assim, fomos muito bem tratados e nos divertimos bastante não foi Bernardo, Dalal, Luiz, Renata e Taís???
Na quarta-feira assistimos à uma palestra de fotografia do nu feminino. Eu sinceramente esperava mais em vários sentidos ( sem comentários subseqüentes). No mesmo dia presenciamos o espetáculo Bãmbula, que foi bem interessante. Os dançarinos têm um ótimo preparo físico, fazer o que eles fazem não é para qualquer um!
Acho que foi só. Mas a semana universitária passou, e para a próxima espero melhor organização e divulgação. Se nada me atrapalhar, poderei aproveitar as atividades melhor.
Abraços para todos. Hasta la vista.
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Turma MNA
Escrito por
Thiago MNA
às
14:03:51
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Frase do dia...
Não adianta chorar pelo link clicado! A pressa é inimiga da conexão!
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Turma MNA
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João Paulo MNA
às
11:11:48
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Semana Universitária
Boa noite, amigos da turma de Comunicação Digital
São 22:27 de domingo e eu vim aqui relatar o que eu fiz na semana universitária. Na verdade eu não fiz nada, de certa forma eu estive ocupado, mas não justifica o fato de eu não ter assistido a nenhuma palestra (entendam palestra inteira, assisti vários pedaços de palestras, fora as muitas outras que eu quis assistir, mas ou estava atrasado demais e não podia entrar, ou a palestra havia sido cancelada). Também não vi nenhuma banda, na verdade vi a banda que abriu os festivais...não lembro o nome mas era uma de uns músicos de viola caipira, mas faziam um som bem legal, longe daquelas músicas chatas e caipiras que só achamos legal quando estamos num bar bebendo cerveja e comendo algum tira-gosto bem gorduroso. Faziam um som meio...como posso dizer...era algo rural mas moderno...era algo que eu nunca tinha visto, e eu ando gostando de músicas inovadoras, quando as músicas são boas, independente de estilo, merecem elogios (entretanto existem estilos musicais que não se salva nem uma única música). Espero, que ao contrário de mim, vocês tenham aproveitado a semana, pois havia várias palestras legais, minicursos e principalmente curtido as bandas dos CA's.
Beijos para as meninas, abraço para os homens.
Anderson Peixoto *postado ao som de MX - a música de número quatro do álbum Mental Slavery...XD*
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Turma MNA
Escrito por
Anderson MNA
às
21:39:22
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Comentário da palestra : A COMUNICAÇÃO NO CONTEXTO DA SURDOCEGUEIRA.
Gostei muito dessa palestra, os casos foram abordados com muito mais detalhes, fotos e etc. O que eu aprendi foi que se o ser humano não tem uma forma de se comunicar, ele inventa uma.
A palestra foi realizada no dia 28/09 iniciada às 8h na sala K114 e teve como palestrante a doutoranda Célia Aparecida Faria Almeida. Ela nos relatou sobre sua pesquisa realizada na comunidade de Prata (MG), sua cidade natal, com 40 surdocegos e sobre outra realizada na Bahia com gêmeas, onde uma nasceu normal e a outra surdacega.
O termo é esse mesmo, uma única palavra, sem hífen, para indicar que é uma pessoa única. O termo surdo-mudo não é mais aceito porque eles falam de outras formas, mas não são mudos e emitem opiniões.
Eles podem ser surdocegos pré-linguístico (antes de aprender a língua materna, ele não tem aquisição de L1, ele tem aprendizagem de L1) ou pós-linguístico (indivíduos que ficaram surdocegos após a aquisição da língua). Essa distinção vai modificar a forma como eles vão se comunicar. É diferente “falar” com alguém que nunca viu uma cor, um objeto, as diversas formas, etc. do que falar com uma pessoa que tenha tido um contato visual-auditivo com o mundo exterior.
O surdocego precisa de um intérprete e um guia, que na maioria das vezes é alguém da própria família. Eles se comunicam através do tato, colocam as mãos na altura do peito e esperam o contato do falante (porque este pode ser outro surdocego ou não) que irá encostar na mão por baixo e fazer os movimentos, que serão acompanhados pelo surdocego. Esses movimentos podem ser através da datilologia (alfabeto manual, letra por letra), língua de sinais, sinais usuais (criados dentro da família) e gestos, eles sentem o movimento e entendem a letra ou a palavra, etc.
O falante tem que ter habilidade em associar a fluência na língua de sinais com o tato, mas muito da comunicação se perde nesta interação, não tem jeito. As mãos deles são usadas para recepção e transmissão de todas as informações que seriam adquiridas através da audição e da visão, são as mãos que os ligam ao mundo, e eles têm que aprender a tocá-las de forma a transmitir essas intenções. É pelo tato, contato, aproximação que eles se relacionam e muitas pessoas rejeitam isso, se assustam com essa proximidade intensa.
A forma de comunicação deles tem que ser respeitada, porque senão não há interação, por exemplo, alguns só entendem uma frase quando o falante utiliza todos os termos desta (artigo, preposição, etc.), outros compreendem pelas palavras chaves.
A comunidade deles é feita pelo contato com a língua e não pelo sangue. Possuem mais habilidades desenvolvidas do que nós, em relação a tempo, direção e distância. Eles não podem falar ao mesmo tempo, porque um tem que estar decodificando a mensagem...bom né? Outro fato é que eles não sabem lidar com a mentira, não entendem duplo sentido, piadas, ironias, eles demoram a confiar mas depois dão o que se fala como verdade, certo. Perigooso!
Categoria:
Turma MNA
Escrito por
Mônica MNA
às
14:57:23
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